Anime
M.D. Geist (1986) IMDb
装鬼兵MDガイスト
director: Hayato Ikeda / Koichi Ohata actor: Norio Wakamoto / Akio Nojima
other title: M. D. Geist / 装鬼兵MDガイスト
Geist (the main character) is MD-02, a Most Dangerous Soldier, genetically engineered to function as a killing machine, but every one of the MDS units went homicidally insane. As a result Geist was placed in suspended animation in a stasis pod orbiting the planet Jerra until it crashed several years later, awakening him and bringing him into another war on the planet.
Jan. 1, 1998 watched https://www.youtube.com/watch?v=vE2rrquIm_U
Feb. 10, 2026 Review Muito perigoso para viver. Muito poderoso para ser destruído! - OBS: postado originalmente como colaboração no blog Super Mundo Robô, em 2012 ( http://www.supermundorobo.com/2012/04/md-geist-1986.html ); disponível em: https://positroniko.wordpress.com/2012/04/22/m-d-geist-1986/ Na segunda metade dos anos 90, a extinta Rede Manchete exibiu um programa chamado U.S. Manga . Certa vez, liguei a TV e já estava na metade de algum episódio, mas a cada dia passava algo diferente, foi então que me dei conta de que não se tratava de uma única série animada, mas sim de OVAs (Original Video Animation). Que são, basicamente, animações com poucos episódios e tem duração média de 45 minutos. Logo me surpreendi com a extrema violência, algo até então inédito, para quem estava acostumado a ver o auge dela em Cavaleiros do Zodíaco. Foi assim que conheci M.D. Geist. No ano em que foi proclamado o fim da era cristã, a humanidade começou a avançar no espaço, espalhando suas sementes através das estrelas. Entretanto, a chama da guerra ainda não havia sido apagada. Mesmo neste planeta, Jerra. A nova geração da humanidade conhecida como Nexrum, se opõe a Terra governar todos os outros planetas. Esperando conter os Nexrum, o exército regular de Jerra entra em guerra. Nenhum dos dois lados quer ceder, o caos da guerra cresce. M.D. Geist: parte da Tropa de Elite do Exército regular de soldados manufaturados. Baseados nas teorias de bio-clonagem, eles possuem abilidades de combate que vão muito além dos homens normais. Mas o método de luta de Geist provou ser muito feroz. Foi decidido que sua existência representava um grande perigo. Como resultado, no ano 843 de Jerra, ele foi preso em um satélite em órbita. Ele também é conhecido como Most Dangerous Geist. Com essa premissa, acompanhamos Geist voltando para Jerra (com satélite e tudo). Ao ver o estado em que o planeta se encontra (basicamente destroços e cinzas), ele solta a frase: “Parece que alguém andou brincando com fogo” e dá aquele sorrisinho sacana. Em sua peregrinação, encontra uma gangue (Land Pirates) que estão acabando de matar um sujeito que está vestindo uma Fightech (armadura). Geist não espera nem o corpo da vítima esfriar e começa a pegar sua armadura. Os Land Pirates não gostam nem um pouco disso, mas antes que façam qualquer coisa, o seu líder Golem intervém e dá duas opções para Geist: se juntar ao grupo ou lutar com ele. Geist pergunta quais são as regras da luta, Golem responde: “Apenas uma: matar”. Após o embate, Geist é declarado o novo líder do bando por Vaiya. Ela vê em Geist, uma forma de sobreviver dentro daquele mundo caótico. Ela se dispõe a passar todas as informações que Geist precisa e explica que também atuam como mercenários ajudando tanto o Exército regular de Jerra, quanto os Nexrum. Somos apresentados então a uma batalha entre um mega tanque do Exército regular sendo atacado por vários robôs (Powered Suits) Nexrum. Geist sugere ajudar o exército regular, alegando que o lado mais fraco irá pagar mais. Porém, mesmo sobrevivendo ao ataque, o Coronel Krutes diz a eles que não solicitou sua ajuda e não irá lhes pagar nada. E ainda por cima, chama Vaiya de hiena. Ela retruca dizendo que é uma hiena por que vive de homens mortos, mas quem deixou o mundo assim foi o próprio exército com sua guerra. Vaiya decide ir embora, mas Geist insiste em ficar. O bando continua ajudando o exército, o Coronel que é mais velho, reconhece Geist pela sua dog tag e sabe “o que” ele é. Deathforce: É um projeto que foi criado pelo exército regular como último recurso, caso a guerra fosse perdida. Basicamente, uma fortaleza cheia de robôs que, quando ativados, saem rastreando e exterminando todas as formas de vida indiscriminadamente, ou seja: atacando até mesmo aliados. Seria uma espécie de Máquina do Apocalipse. Com a morte do Presidente Ryan, é iniciada a contagem regressiva para ativação do Deathforce. O Coronel Krutes com sua tropa e junto com Geist, partem numa missão suicida até o Brain Pallace, fortaleza onde estão os computadores que ativam o programa Deathforce… Não vou contar o final para não estragar. Infelizmente, este anime não foi lançado em VHS ou DVD no Brasil. Sendo assim, você tem a opção de assistir no Youtube legendado por fansubs ou comprar o DVD americano na Amazon ou Ebay. Peguei o meu no Ebay já que sou fã, mas é uma edição bem simples só com o anime, sem extra algum. Se você gosta de robôs gigantes, armaduras futuristas e cenários pós-apocalípticos, M.D. Geist muito provavelmente irá lhe agradar. Talvez um dos fatores mais marcantes no anime seja sua violência extrema, para quem assiste pela primeira vez talvez seja o fator que mais impressiona. Mas num segundo momento, é fascinante ver os encaixes e mecanismos da armadura (fightech) que Geist utiliza, os robôs Nexrum, veículos, etc. Cusiosidades: – Na trilha sonora de Yôichi Takahashi, temos 2 faixas cantadas por Hironobu Kageyama (responsável por cantar músicas de abertura de séries como: Changeman, Dragonball Z e Cavaleiros do Zodíaco). E realmente estas 2 faixas são as mais marcantes, ainda que toda trilha sonora seja ótima. Com destaque para “Violence of the Flame” . – Quando me aprofundei nas pesquisas sobre o Anime vi que, tanto no Brasil, quanto nos EUA haviam blogs e podcasts classificando M.D. Geist como “O pior anime já produzido”. Por um tempo até concordei em alguns pontos, mas ao assistir novamente, vejo que é um anime bem feito e possui sim um roteiro inteligível, basta prestar atenção nos textos que aparecem e nos detalhes visuais. Apesar do anime ter sido produzido em 1986, existe uma versão do diretor que é a que conhecemos no ocidente. Talvez a galera que reclame do anime tenha visto só a versão original (a qual nunca assisti). – Existe uma publicação em quadrinhos chamada “M.D. Geist Ground Zero” que serve como prólogo, mas não tive a oportunidade de ler ainda. Espero que tenham gostado, em breve devo fazer uma resenha de “M.D. Geist II: Deathforce”, fiquem ligados.
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