finished listening Azúcar pa' Ti 🌕🌕🌕🌕🌕
neodb
wants to watch A Chinese Odyssey Part One: Pandora's Box
Trigger: Chat with student
wants to watch A Chinese Odyssey Part Two: Cinderella
Trigger: chat with student
finished watching Tumbleweed: Baron of Purgatory 🌕🌕🌑🌑🌑
Watched in #WestWed watch party on Mastodon
玩过 苏丹的游戏 🌕🌕🌕🌗🌑
本以为自由度很高,但是开局之后任务的重复度太高了。序章里给的其实跟游戏本身的关联没有那么直接。还有就是手牌整理太混乱了。在购买后玩了4个小时后,疲倦感太高了。7/10
finished watching The Roundup: Punishment
No quarto filme, a temática gira em torno dos cassinos online, com uns toques bem sombrios.
Há uma parte engraçada em que o detetive insiste em continuar investigando o caso, mesmo não manjando nada de TI:
- Na faculdade, ele criou um aplicativo, para os alunos compartilharem trabalhos. Mas o código-fonte estava aberto. Para o público.
- Bem, vamos antes que feche.
- Não, não é como uma loja aberta. É chamado de código aberto. É um software com código-fonte que qualquer pessoa pode modificar ou distribuir.
PS: Acho que é a primeira vez que vejo menção a Código Aberto em um filme.
finished watching Trading Places 🌕🌕🌕🌕🌗
Rewatched in #SundayFunnies watch party on Mastodon
stopped watching Space Dandy: The Cosmic Compilation
finished watching My Hero Academia
started playing No One Lives Forever 2: A Spy in H.A.R.M.'s Way
finished watching Monogatari 🌕🌕🌕🌕🌑
finished watching Killing Eve
started listening - The Open Web at a Crossroads: A Conversation with Vint Cerf, Brewster Kahle, Cindy Cohn & Jon Stokes
Podcast produzido pelo próprio Internet Archive. No início, falam muito sobre protocolos e questões extremamente técnicas, mas depois a conversa fica mais solta.
O que mais me chamou a atenção foram as comparações com as bibliotecas de livros físicos, de como elas funcionam e isso me fez pensar para além da discussão em voga de que "não possuímos mais as coisas".
Se fala muito sobre propriedade (ter o produto) versus assinaturas (ou até mesmo locações). Mas deixamos de lado o conceito da Biblioteca e sua possível expansão para outras mídias.
Lembro de um familiar que trabalhava numa instituição de ensino cuja biblioteca, além de livros, emprestava também DVDs. À época, gostava muito dos documentários da Discovery e ele trazia para mim, de vez em quando.
Até conheço uma Biblioteca pública que possui conteúdo como filmes em DVD (mídia física) mas, diferente dos livros, não deixa o sócio os levar para casa... Somente assistir no local e com limite de tempo (o que inviabiliza assistir filmes com maior duração numa tacada só).
Obviamente, a digitalização das mídias muda um pouco (ou muito) a dinâmica. Até temos algumas iniciativas interessantes como a #BibliON do Governo do Estado de São Paulo (mas sempre dependendo da porcaria de um app que possui atualizações constantes, se for acessar por dispositivos móveis).
Já o #TelaBrasil (Streaming de vídeo do Governo Federal) não deu maiores sinais de vida (alguns sites noticiaram que sairia no segundo semestre de 2025, mas isso não deve acontecer).
Enfim, penso com meus botões que a cultura precisa de fomento do Estado não só para sua produção, mas também para sua disponibilização ao público, de forma gratuita ou extremamente módica. O modelo de bibliotecas, sejam elas físicas (muito mais interessantes) ou digitais, se mostra promissor. E sua oferta deveria incluir não só livros, mas também filmes, música, videogames, softwares etc.
PS: sei que algumas bibliotecas já oferecem este leque maior de mídias. Mas o meu ponto é o de realmente tornar algo popular e presente no cotidiano da maior parte da população e não apenas "ilhas de excelência" para quem tem "CEP".
#Podcast #FutureKnowledge #InternetArchive #Archive #Biblioteca #TelaBrasil