Se valem cenas lamentáveis, o time alemão ganha o primeiro tempo, perde o segundo, termina empatado.
nareal
Com certeza eu consertaria o plural de capivara, anon!
__
💬 Me mande uma pergunta anônima no #NaReal!
https://na-real.bolha.dev/@autobrain@arram.senta-la.cloud
Exatamente!!! Vou até fixar
Aqui vai uma lista de alguns muito bons e os motivos...
Hellblazer - The Fear Machine e Dangerous Habits.
Isso é o que tem de melhor na série. The Fear Machine apresenta a magia de um modo muito raro e muito próximo das práticas ocultistas reais: uma série de atos em si mundanos, realizados em contextos ritualísticos, que desencadeiam efeitos sem causa. Nada de poderzinho, mas muito mais profundo e assustador. Dangerous Habits é um caso exemplar do arquétipo do trickster que seria imortalizado em eras anteriores.
Homem-Animal de Grant Morrison.
Faz a humanização dos heróis da Marvel parecer brincadeira de criança. O modo como o Buddy (com duplo sentido) entra em uma espiral assassina e autodestrutiva no final é uma obra de arte. O modo como tudo se resolve ao modo HQ-de-super-herois, sem consequências, com resets e retcons, mas de modo explícito, diegético, em vez de fora de cena é absolute quadrinhos.
The Voynich Hotel (Dowman Sayman)
No desenvolvimento dos góticos, nós chgamos à fase em que o carpe dien vira querer uma vida boa e plena, mas sem abdicar das sombras, Voynich Hotel é o quadrinho de conforto para o gótico velho que acredita no amor como única alternativa diante da morte.
Terapia (Rob Gordon, Marina Kurcis e Mário Cau)
Principalmente o primeiro volume. Uma história que acontece em sessões de terapia de um jovem de classe média que gosta de blues. Mas que consegue ter uma arte fenomenal, uma abordagem delicada e profunda e uns tapas na cara que a gente precisa também.
Her Summon (Park Jinjoon)
Podia ser melhor executado como quadrinho e o final é amarradinho demais, parecendo até novela, mas é a única obra que vi que aborda o fenômeno incel de modo maduro, respeitoso e educativo. A narrativa é o protagonista incel adquirindo o desejo de abandonar sua condição e sua luta para o fazer.
Sayonara Eri (Tatsuki Fujimoto)
E o que é a vida além de uma montagem no sentido cinematográfico? Uma escolha de para quais momentos olhar, quais esquecer, em qual sequência.
Quero carne de coelho com alecrim na chapa. Ou macarrão de panela de pressão. Sou eclético.
É que a chamada da pergunta está "conhece a ti mesmo" e ti mesmo é belo.
A piada é que o Temer é a pessoa com a autoestima mais alta do Brasil.
https://oglobo.globo.com/politica/em-meio-desaprovacao-recorde-autoestima-de-temer-vira-piada-22768670
E quem disse que eu sou são?
As pessoas tem cada presunção, rs.
Falando sério, é meio que impossível se manter são na sociedade atual. O desafio é manter a insanidade manejável. Isso a gente consegue através de algumas doses de alienação, desenvolvimento da capacidade de dizer "mals né. uma pena" e seguir a vida, cultivar bons momentos, com pessoas que você ama e dedicar energia a construir algo que sinta que vale a pena. Mas são, ninguém é.
Não diria que alguém nunca perguntou, porque meio que pergunto pedindo para o universo "mostre-me algo interessante", não exatamente querendo contar algo. Acho que a única vez que realmente queria uma pergunta, dei um jeito de pedir a mesma e, como vocês são uns amores, ela veio.
Mas tenho a impressão que muitas perguntas acabam se fixando muito em marxismo, e há muito mais coisas que gosto. De ocultismo a psicologia, de rpg a gestão pública, de existencialismo a quadrinhos.
A frase é o Oraculo de Delfos, da Grécia antiga e clássica. Um dos sentidos de que para fazer boas perguntas e para poder interpretar as respostas é preciso conhecer a si mesmo. (Já que falando de autoestima na outra pergunta, tem alguma coisa de empáfia no chiste.)
Mas, voltando ao assunto...
O aviso do oráculo existe desde o século VI a.C. porque é comum as pessoas não pensarem sobre si mesmas, apenas seguirem a vida. Não existe muito consenso sobre a prevalência da auto-reflexão, mas há dados que apontam para não ser uma prática universal. Daí, o oráculo não é de muita utilidade, mesmo revelando o destino, se a pessoa não refletiu sobre como ela se relaciona com o destino, quem ela é, quem almeja ser, etc..
A proposta de Skinner, de que essa falta de reflexividade se dá pela falta de interesse do outro sobre o mundo interior é boa. Contextos em que o outro se interessa pela subjetividade da pessoa nos anos formativos incentivaria a autorreflexão, nesse paradigma.
Daí, talvez o seu interesse possa resultar não em você entender como pode se encaixar, mas na pessoa descobrindo quem é e quem quer ser, talvez até para que haja um bom espaço para você. (Esse é o melhor do mundos).
Desejo boa sorte nessa jornada de co-auto-conhecimento. =]
Pode ser solução antiga?
https://www.nature.com/articles/s41598-021-97778-3
A destruição de Sodoma e Gomorra através de uma explosão de fogo vinda do céu que salgou a terra e a tornou infértil é um evento histórico.