#caminhada estressante. domingo a rua em torno do parque costuma ser bloqueada para carros no sentido horário, para uso dos muitos pedestres. cheguei ao parque, a rua estava aberta. segui por ela, passei por pessoas que caminhavam na rua aparentemente sem saber que ela não estava bloqueada para carros hoje e estacionei no estacionamento que mais gosto.
ao longo da voltona por fora do parque e da praça, fui vendo pontos de bloqueio e me preocupando com a encrenca em que eu me meti: se o trecho da rua daquele estacionamento tiver sido bloqueada depois, como vou fazer pra sair do estacionamento? vou voltar pra casa a pé? a que horas poderei voltar pra resgatar o carro?
pouco antes de completar a volta, passei a pé pelo ponto em que antes a rua estava liberada e constatei que já estava bloqueada e com bem mais gente caminhando, patinando, pedalando... fui procurando mas não achei alguém que pudesse me orientar. cheguei ao estacionamento, vi que a saída do estacionamento não tinha bloqueio algum, que havia bastantes clareiras entre os transeuntes e resolvi arriscar.
aguardei abrir uma clareira grande pra eu entrar na rua e fui trafegando lentamente, no ritmo dos pedestres (um desafio, porque têm ritmos diferentes e até vão em sentidos opostos). devo ter recebido (merecidamente) alguns olhares tortos, mas ninguém me xingou (ou pelo menos não ouvi), e minha cara de preocupado e cuidadoso talvez tenha mostrado que não era alguém completamente sem noção, só um pouco.
chateado de ter atrapalhado a caminhada dominical alheia por um vacilo, agora vou ficar esperto pra não cair mais nessa armadilha: nos domingos que eu for caminhar de manhã cedinho, mesmo que a rua ainda esteja aberta, saberei que ela provavelmente será fechada em breve, e por isso devo estacionar na rua, ou nos outros estacionamentos que têm sinalização com saída permitida para a pista no sentido contrário. (só o que eu mais gosto que não, olha que injustiça! 🙂 ou deixar pra caminhar de noitinha, quando a rua já estiver liberada novamente. ou quem sabe planejar de terminar a caminhada antes de fecharem aquele trecho (puxado!, é bem cedinho)
ao longo da voltona por fora do parque e da praça, fui vendo pontos de bloqueio e me preocupando com a encrenca em que eu me meti: se o trecho da rua daquele estacionamento tiver sido bloqueada depois, como vou fazer pra sair do estacionamento? vou voltar pra casa a pé? a que horas poderei voltar pra resgatar o carro?
pouco antes de completar a volta, passei a pé pelo ponto em que antes a rua estava liberada e constatei que já estava bloqueada e com bem mais gente caminhando, patinando, pedalando... fui procurando mas não achei alguém que pudesse me orientar. cheguei ao estacionamento, vi que a saída do estacionamento não tinha bloqueio algum, que havia bastantes clareiras entre os transeuntes e resolvi arriscar.
aguardei abrir uma clareira grande pra eu entrar na rua e fui trafegando lentamente, no ritmo dos pedestres (um desafio, porque têm ritmos diferentes e até vão em sentidos opostos). devo ter recebido (merecidamente) alguns olhares tortos, mas ninguém me xingou (ou pelo menos não ouvi), e minha cara de preocupado e cuidadoso talvez tenha mostrado que não era alguém completamente sem noção, só um pouco.
chateado de ter atrapalhado a caminhada dominical alheia por um vacilo, agora vou ficar esperto pra não cair mais nessa armadilha: nos domingos que eu for caminhar de manhã cedinho, mesmo que a rua ainda esteja aberta, saberei que ela provavelmente será fechada em breve, e por isso devo estacionar na rua, ou nos outros estacionamentos que têm sinalização com saída permitida para a pista no sentido contrário. (só o que eu mais gosto que não, olha que injustiça! 🙂 ou deixar pra caminhar de noitinha, quando a rua já estiver liberada novamente. ou quem sabe planejar de terminar a caminhada antes de fecharem aquele trecho (puxado!, é bem cedinho)