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3mo nimu
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Book

Festa e guerra
Goodreads
Beatriz Perrone-Moisés publishing house: Elefante 2025 - 4
A partir da definição de “política” como “arte de operar coletivos”, Beatriz Perrone-Moisés propõe neste ensaio que “festa” e “guerra” são o par conceitual fundamental da filosofia política dos povos nativos da América. O primeiro termo abarca movimentos de conjunção; o segundo, de oposição. Mas o sentido de ambos e suas relações se afastam bastante do que poderíamos supor a partir da tradição ocidental. Exemplos de norte a sul do continente, registrados desde o início da invasão europeia e vivos no século XXI, apresentam uma ética relacional nativa radicalmente diferente da nossa, operando numa rede que interliga todos os seres do mundo, da qual os humanos são mera parte.

acabou de ler Festa e guerra 🌕🌕🌕🌕🌑
talvez a experiência n tenha sido tão impactante pra mim qnt poderia ter sido pq calhou de eu estar lendo "o despertar de tudo" (de david graeber e david wengrow) ao msm tempo q lia esse, e ele já traz algumas dessas formas políticas q são apontadas em "festa e guerra". porém isso não tira o mérito das ideias colocadas aqui, q são mt importantes e n são expostas o suficiente (e q tb, é claro, foram aprofundadas em alguns pontos aqui). gostei especialmente da tradução do chefe indígena como um "anfitrião" e da discussão sobre a importância do lúdico e das festas na política nativa. por outro lado, as matrizes relacionais "festa" e "guerra" foram às vezes usadas muito repetitivamente, em especial lá pelo meio do livro, e tb de uma forma q acabou achatando demais a realidade em alguns momentos — coisa q era até a expressa intenção da autora evitar fazer.

nimu
@plushiedata@eggplant.place
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quaisquer pronomes / any pronouns

i usually post in portuguese mas às vezes posto em inglês tb

"the idea of innocence faces two ways. by refusing to enter a conspiracy, one remains innocent of that conspiracy. but to remain innocent may also be to remain ignorant. the issue is not between innocence and knowledge (or between the natural and the cultural) but between a total approach to art which attempts to relate it to every aspect of experience and the esoteric approach of a few specialized experts who are the clerks of the nostalgia of a ruling class in decline. [...] the real question is: to whom does the meaning of the art of the past properly belong? to those who can apply it to their own lives, or to a cultural hierarchy of relic specialists?"
(john berger)



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