iOS
Dead Space IGDB
Jan. 25, 2011
genre: Shooter / Adventure platform: Android / iOS developer: IronMonkey Studios publisher: Electronic Arts
A 2011 science-fiction survival horror mobile game developed by Australian company IronMonkey Studios and published by Electronic Arts for iOS, BlackBerry Tablet OS, Xperia Play, Android and BlackBerry 10 devices.

Three years have passed since the destruction of the Marker in the first Dead Space story. Now, experience first-hand the events that unleash the Necromorph hordes once again. You'll find yourself on a mission of uncertain purpose in the Mines of Titan. Soon, however, the truth of your situation will become grotesquely clear...
Feb. 22, 2012 played
March 25, 2026 Review Dead Space Mobile (2011) - Resenha - Publicado originalmente em 21/02/2012 no blog Projeto Jogatina . Versão resenhada: iOS; versão disponível hoje em dia: Android (Archive.org). Resgatando este post de 14 anos atrás para a TerSoftware (uma das tags do Fediverso ) de 24/03/2026 cujo tema é "Games Mobile". Particularmente, sempre hesitei em fazer reviews de jogos completos, pois a ideia de condensar a experiência de várias horas de gameplay em um texto que será lido em alguns minutos é assombrosa. Mas tenho que começar de alguma forma e o jogo escolhido foi Dead Space Mobile . Enredo Se passa três anos depois do primeiro Dead Space e, diferente dele, não se sabe a real identidade do personagem que controlamos, pois está em uma missão secreta da Igreja da Unitologia ( Church of Unitology ) e lhe é dado apenas o codinome de Vandal . Outro recurso utilizado para manter o anonimato é o capacete com filtro sonoro, dando ao personagem uma das vozes mais cavernosas de que se tem notícia! Os unitologistas acreditam inflexivelmente que a raça humana foi criada pelo Design Inteligente de uma ação divina alienígena e será reunificada após a morte no Céu, através do poder de um artefato sagrado conhecido como O Marcador ( The Marker ). A promessa da Igreja da Unitologia é apenas uma: “transformação e renascimento”. Vandal é um recém-convertido, nem ele mesmo sabe qual é o real objetivo de sua missão, quem lhe dá as instruções via rádio é Tyler Radikov. A trama se passa nas minas da Titan Station (na maior lua de Saturno). Inicialmente, Tyler ordena que Vandal faça uma sabotagem nas caixas de energia de um setor e diz que suas habilidades de engenheiro fazem dele a pessoa perfeita para a tarefa. Mesmo desconfiado, Vandal segue adiante; quando termina, dá de cara com os primeiros Necromorphs e começa a fugir deles. Neste momento, uma voz feminina diz ao rádio: Vandal, eu represento a Igreja, ouça-me. O que você acabou de ver é sua recompensa, (…) não tenha medo. Sua morte será gloriosa, um caminho sagrado para a vida além da morte. Não preciso nem dizer o quanto Vandal os xinga! Ele diz que a Igreja irá pagar por isso quando contar ao Governo tudo o que sabe. O Diretor Tiedemann o rastreia através de seu número de armadura ( R.I.G. ) e começa a instrui-lo via rádio. Vandal explica que foi enganado, Tiedemann diz que há uma forma de se redimir: conter a infestação dos Necromorphs para que não cheguem ao setor público da estação. Depois dessa introdução, acho que já é possível ter uma boa ideia da trama. Jogabilidade: Vale lembrar que não joguei a versão completa dos outros jogos da franquia para console. A única experiência que tive antes com Dead Space foi o Demo da versão de Xbox 360, o qual não gostei. Acredito que ele não reflete a experiência do jogo completo. Portanto, pretendo jogá-la no futuro (o futuro chegou: 14 anos se passaram e ainda não fiz isso, que vergonha!). Já no iPhone , logo de cara, achei o jogo bem resolvido na questão da jogabilidade. Ao invés de emular a experiência dos consoles e PCs, fizeram-no totalmente voltado para celulares e tablets com touch screen , aproveitando também os recursos do acelerômetro. Uma coisa que admiro em alguns jogos atuais é fator o “clean”. Dead Space nos trouxe isso com o marcador de energia vital na parte traseira da armadura e os contadores de munição sendo mostrados nas próprias armas. Na versão Mobile, isso foi maximizado: o jogo não mostra nenhum direcional virtual na tela, tanto o movimento do personagem quanto da câmera, são feitos deslizando os dedos na direção em que você quer que ele vá ou olhe. O ponto negativo aqui é que, em certos momentos, o seu polegar pode atrapalhar um pouco a visão do lado esquerdo da tela (em tablets , isso é mitigado). Outro uso interessante do touch screen é para as armas e habilidades especiais. Para selecionar a arma principal, é necessário tocar em um ícone na direta superior, mas com ela selecionada, para entrar no modo de mira, basta tocar uma vez na tela, tocando novamente, você dispara. Para recarregar, basta tocar no visor da própria arma que estará com o símbolo de duas setas. As armas geralmente possuem duas funções, para alternar entre elas, basta dar uma pequena inclinada para esquerda ou direita. Vandal tem também outras duas habilidades que podem auxiliá-lo durante o combate ou em certos obstáculos. Stasis: no modo de mira, tocando em um círculo que está no lado direito de suas costas, ele arremessa uma energia que pode paralisar os inimigos durante alguns segundos. Já o Kinesis , é o famoso poder telecinético usado para levitar e arremessar objetos. Este último, apesar de ser bem interessante, traz uma grande desvantagem que desencoraja seu uso: quando você levita objetos muito grandes, eles obstruem sua visão, dificultando a locomoção e mira. Outro fator de jogabilidade que aparecerá raramente é o Pulo em Gravidade Zero ( Zero-G Jump ) . Em determinados trechos, você poderá mirar em um ponto e quando o retículo da mira estiver verde, basta sacudir o seu dispositivo verticalmente. Na primeira vez em que isso apareceu, estava num ônibus lotado a caminho do trabalho e fiquei com vergonha de fazer este movimento tão ostensivo. Diferente de quando jogava Need For Speed Undercover na volta para casa, sentado no último banco do ônibus vazio e a força G real proporcionava uma imersão ainda maior, hehehe. Voltando ao Dead Space, o legal destes momentos é que você perde um pouco a noção do que é o chão ou teto, graças aos pulos e as botas magnéticas de sua armadura. Algumas partes exigem atenção aos detalhes, então cuidado para não ficar “andando em círculos” e se frustrar por não saber onde deve ir! Além do combate corpo a corpo, geralmente deslizando o dedo para cima para usar a Plasma Saw (ou para baixo para dar um pisão), existem alguns QTE ( Quick Time Events ), quando algum inimigo gruda em você. Por falar em inimigos, há uma variedade razoável deles, cada qual com seus ataques próprios e macetes diferentes para matá-los, exigindo raciocínio do jogador. Gráficos São ótimos para uma plataforma portátil de sua época. Mesmo com a maior parte sendo em ambientes fechados, túneis e corredores, temos algumas variações com cenários bem caprichados. A movimentação de Vandal merece destaque, imprime aquela sensação de peso de sua armadura. Há também algumas nuances, como nos momentos em que ele alucina. Som e Trilha Sonora Ao iniciar o jogo, o primeiro aviso na tela recomenda que sejam usados fones de ouvidos para uma melhor experiência. Assino embaixo, uma vez que os smartphones não costumam ter bons alto-falantes, sem contar que a imersão será total, principalmente se você estiver jogando em um local silencioso, escuro… Medo? Confesso que nas primeiras vezes que joguei levei pequenos sustos , mas depois me habituei com os inimigos e ritmo de jogo. Entretanto, a soma de efeitos mais a trilha sonora deixam um clima tenso. Arsenal, Upgrades e New Game+ As principais motivações para continuar jogando Dead Space Mobile são as constantes aquisições de armas novas e upgrades, tanto para as armas, quanto para sua armadura. Sem contar o New Game+ : Dificilmente você conseguirá equipar tudo da primeira vez em que jogar, então deve escolher em quê irá gastar seus recursos. Depois de concluir a campanha, pode recomeçá-la mantendo todas as armas, upgrades e dinheiro adquiridos anteriormente. Existe também uma arma que só pode ser obtida comprando-a (com dinheiro fictício, do jogo). Se trata do Heavy Pulse Rifle que custa 200.000 Créditos! O fator replay é reforçado com os achievements (conquistas que liberam alguns wallpapers ) e outros dois modos de jogo no estilo horda/ survival . Em “ 5 minutes do Kill ”, você tem 5 minutos para matar o maior número de inimigos possível. Já no “ Endless ”, deve matar o máximo possível até que você mesmo siga o "caminho sagrado para a vida além da morte". Conclusão Se você gosta de jogar em dispositivos com touch screen , Dead Space Mobile é um jogo obrigatório. Considero o melhor jogo de smartphone que já joguei. Pois, diferente de boa parte dos jogos licenciados para mobile , não é apenas um port genérico com um controle virtual na tela. Pelo contrário, o jogo conta com enredo próprio, é extremamente bem polido e sua jogabilidade foi criada pensando no hardware dos smartphones e tablets , fazendo jus ao touch screen . O uso de fones torna a experiência ainda mais imersiva. Na data de publicação original deste post (21/02/2012), o jogo estava disponível oficialmente para iOS . Depois, foi lançado também para Android . Hoje, está indisponível em ambas plataformas, demonstrando o descaso da indústria com as propriedades intelectuais e com a preservação dos games . Graças aos fãs, existe um instalador que roda em versões atuais de Android disponibilizada no Archive.org . Tempo de Jogo: Levei aproximadamente 7 horas da primeira vez. Mas com o New Game+ já estou jogando a campanha pela terceira vez e acumulando 14 horas de jogo! Prós Gráficos; Som e Trilha Sonora; Jogabilidade fluente; Fator replay ; Bom enredo; Final surpreendente. Contras Mesmo com jogabilidade fluente, em alguns momentos ela pode irritar um pouco, como quando se toca na tela para se movimentar e a arma dispara, desperdiçando munição. Também quando se esbarra em algo ou vira bruscamentese quando está carregando algum objeto com a habilidade Kinesis ativada; Legendas fora de sincronia atrapalham no entendimento da história. Ficha Técnica Ano: 2011 Desenvolvedora: Iron Monkey Studios Publisher: Electronic Arts Platformas: Android, iOS (iPhone, iPad, iPod Touch), Sony Ericsson Xperia Play e Blackberry Playbook Gênero: Survival horror, Third Person Shooter Single player Classificação: Maiores de 12 anos Versão do Blog: Dead Space Mobile (2011) | Curadoria da Internet
iOS SciFi Games Android Mobile
Duet IGDB
Oct. 10, 2013
genre: Music / Puzzle platform: Linux / Windows / Mac / Android / iOS developer: Kumobius publisher: Kumobius
Your survival is dependent on protecting two vessels - they are devices in sync, a dance and song between two entities tethered together in symbiosis. Feel edge of your seat terror where the world around you becomes quiet and numb as all that matters is the game -- that is Duet.