<p>started listening <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/podcast/episode/0zi8ZSCwEirPzSEm35p4TG" rel="nofollow">- The Open Web at a Crossroads: A Conversation with Vint Cerf, Brewster Kahle, Cindy Cohn & Jon Stokes</a><br>Podcast produzido pelo próprio Internet Archive. No início, falam muito sobre protocolos e questões extremamente técnicas, mas depois a conversa fica mais solta.</p><p>O que mais me chamou a atenção foram as comparações com as bibliotecas de livros físicos, de como elas funcionam e isso me fez pensar para além da discussão em voga de que "não possuímos mais as coisas".</p><p>Se fala muito sobre propriedade (ter o produto) versus assinaturas (ou até mesmo locações). Mas deixamos de lado o conceito da Biblioteca e sua possível expansão para outras mídias.</p><p>Lembro de um familiar que trabalhava numa instituição de ensino cuja biblioteca, além de livros, emprestava também DVDs. À época, gostava muito dos documentários da Discovery e ele trazia para mim, de vez em quando.</p><p>Até conheço uma Biblioteca pública que possui conteúdo como filmes em DVD (mídia física) mas, diferente dos livros, não deixa o sócio os levar para casa... Somente assistir no local e com limite de tempo (o que inviabiliza assistir filmes com maior duração numa tacada só).</p><p>Obviamente, a digitalização das mídias muda um pouco (ou muito) a dinâmica. Até temos algumas iniciativas interessantes como a <a href="/tags/biblion/" rel="tag">#BibliON</a> do Governo do Estado de São Paulo (mas sempre dependendo da porcaria de um app que possui atualizações constantes, se for acessar por dispositivos móveis).</p><p>Já o <a href="/tags/telabrasil/" rel="tag">#TelaBrasil</a> (Streaming de vídeo do Governo Federal) não deu maiores sinais de vida (alguns sites noticiaram que sairia no segundo semestre de 2025, mas isso não deve acontecer).</p><p>Enfim, penso com meus botões que a cultura precisa de fomento do Estado não só para sua produção, mas também para sua disponibilização ao público, de forma gratuita ou extremamente módica. O modelo de bibliotecas, sejam elas físicas (muito mais interessantes) ou digitais, se mostra promissor. E sua oferta deveria incluir não só livros, mas também filmes, música, videogames, softwares etc.</p><p>PS: sei que algumas bibliotecas já oferecem este leque maior de mídias. Mas o meu ponto é o de realmente tornar algo popular e presente no cotidiano da maior parte da população e não apenas "ilhas de excelência" para quem tem "CEP".</p><p><a href="/tags/podcast/" rel="tag">#Podcast</a> <a href="/tags/futureknowledge/" rel="tag">#FutureKnowledge</a> <a href="/tags/internetarchive/" rel="tag">#InternetArchive</a> <a href="/tags/archive/" rel="tag">#Archive</a> <a href="/tags/biblioteca/" rel="tag">#Biblioteca</a> <a href="/tags/telabrasil/" rel="tag">#TelaBrasil</a> </p><p><a href="/tags/neodb/" rel="tag">#NeoDB</a></p>