<p>started reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/2VbTM1YJ5t40RhJibr5FKZ" rel="nofollow">O rio que me corta por dentro</a> 🌕🌕🌕🌕🌑 <br>o livro inteiro é um conjunto de metáforas poéticas cujo eixo principal é a tríade mar-rio-terra. cícero e luzimar são como o rio e o mar, mas a terra seca que os cerca tenta impedir um de desaguar no outro. cícero é um rapaz que não sente vergonha das emoções e de ver beleza nas coisas. mas tal qual o mar, com sua aparente paz, pode também ser impulsivo e revolto. já luzimar é o rio, arrastando tudo pelo caminho, mas cuja constância da sua correnteza traz um alento e uma calmaria à vida de cícero. </p><p>é interessante demais — e o livro nos convida a isso — se perder nessas metáforas. vez ou outra achei poético ou experimental demais com a estrutura, mas no geral isso não me impediu de ficar completamente envolvida pela narrativa e de me comover com a história.</p><p>foi bem legal ir reconhecendo certos falares e referências culturais que fazem parte da minha bagagem de coisas vividas como pessoa do nordeste, principalmente uma de família vinda do interior. essas coisas que, apesar de familiares a partir vida real, não tenho hábito de ver assim impressas em papel. ou ao menos não com tanta aparência de genuinidade.</p><p>(só não entendi bem pq ((a editora ou o autor ou sei lá quem)) colocou os termos mais particulares do linguajar nordestino/cearense/popular em itálico, mas não deixa de ser algo comum de se ver por aí. não faz sentido pensar que a ausência do itálico prejudicaria o entendimento do texto. me parece mais quase um pedido de desculpas por infringir a prestigiada norma culta portuguesa. sei lá, é só um detalhe, mas um q achei mt destoante do conteúdo do livro)</p><p>li para o clube de leitura <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> aqui do fediverso<br></p>
Edited 217d ago
<p>started reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/3OSOt79pqFqkHoNUuTpxeP" rel="nofollow">Minha Irmã, a Serial Killer</a> <br>leitura do mês do <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a><br></p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/61xdEUmOOQ6Z3VLAAz4QOk" rel="nofollow">O cair da noite</a> 🌕🌕🌕🌕🌑 <br>Finalmente li o conto que deu origem ao romance de mesmo nome. A história se passa no clímax do evento que pode dar início ao fim da civilização, em um período de poucas horas, no laboratório onde estão cientistas, um jornalista e um religioso. Os eventos anteriores são evocados nos diálogos. A narrativa caminha para responder: o fim do mundo, com hora marcada, vai acontecer ou não? Asimov é muito bom em propor enredos intrigantes e condensar o suspense em poucas páginas. <br>Lido em agosto de 2025 para <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#Acrônica</a>, clube de leitura no fediverso. <br></p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/47DBc92klSQI90aAbu3jrr" rel="nofollow">Floresta é o Nome do Mundo</a> 🌕🌕🌕🌕🌕 <br>No capítulo 2 conhecemos o ambiente do planeta e a vida dos habitantes, que acontece no tempo do sonho e no tempo do mundo. Selver e conta um Lorde Sonhador que reconhece nele um Deus, o filho do incêndio e das mortes, o que deu o primeiro contragolpe nos invasores. Os nativos de Atshe vivem em 40 territórios, falam várias línguas, diferem na aparência, uma diversidade ignorada pelos gigantes invasores.<br><a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> <br></p>
Edited 163d ago
<p>started reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/47DBc92klSQI90aAbu3jrr" rel="nofollow">Floresta é o Nome do Mundo</a> 🌕🌕🌕🌕🌕 <br>No capítulo 2 conhecemos o ambiente do planeta e a vida dos habitantes, que acontece no tempo do sonho e no tempo do mundo. Selver e conta um Lorde Sonhador que reconhece nele um Deus, o filho do incêndio e das mortes, o que deu o primeiro contragolpe nos invasores. Os nativos de Atshe vivem em 40 territórios, falam várias línguas, diferem na aparência, uma diversidade ignorada pelos gigantes invasores.<br><a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> <br></p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/47DBc92klSQI90aAbu3jrr" rel="nofollow">Floresta é o Nome do Mundo</a> 🌕🌕🌕🌕🌕 <br>No capítulo 2 conhecemos o ambiente do planeta e a vida dos habitantes, que acontece no tempo do sonho e no tempo do mundo. Selver e conta um Lorde Sonhador que reconhece nele um Deus, o filho do incêndio e das mortes, o que deu o primeiro contragolpe nos invasores. Os nativos de Atshe vivem em 40 territórios, falam várias línguas, diferem na aparência, uma diversidade ignorada pelos gigantes invasores.<br><a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> <br></p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/3OSOt79pqFqkHoNUuTpxeP" rel="nofollow">Minha Irmã, a Serial Killer</a> 🌕🌕🌕🌕🌑 <br>leitura do mês do <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a><br></p>
Edited 146d ago
<p>enrolei um cadinho pra começar a ler o livro do mês do <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#Acrônica</a> pois já havia lido esse aqui. mas como li tem mt tempo e o assunto me interessa lerei novamente (em companhia de <span class="h-card"><a href="https://mastodon.social/@ueuimolusco" class="u-url mention" rel="nofollow noopener noreferrer" target="_blank">@<span>ueuimolusco</span></a></span>)</p><p>(comment on <a href="https://velhaestante.com.br/book/140059" rel="nofollow">Matadouro 5</a>)</p>
<p>started reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/47DBc92klSQI90aAbu3jrr" rel="nofollow">Floresta é o Nome do Mundo</a> <br>No capítulo 2 conhecemos o ambiente do planeta e a vida dos habitantes, que acontece no tempo do sonho e no tempo do mundo. Selver e conta um Lorde Sonhador que reconhece nele um Deus, o filho do incêndio e das mortes, o que deu o primeiro contragolpe nos invasores. Os nativos de Atshe vivem em 40 territórios, falam várias línguas, diferem na aparência, uma diversidade ignorada pelos gigantes invasores.<br><a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> <br></p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/2VbTM1YJ5t40RhJibr5FKZ" rel="nofollow">O rio que me corta por dentro</a> 🌕🌕🌕🌕🌑 <br>o livro inteiro é um conjunto de metáforas poéticas cujo eixo principal é a tríade mar-rio-terra. cícero e luzimar são como o rio e o mar, mas a terra seca que os cerca tenta impedir um de desaguar no outro. cícero é um rapaz que não sente vergonha das emoções e de ver beleza nas coisas. mas tal qual o mar, com sua aparente paz, pode também ser impulsivo e revolto. já luzimar é o rio, arrastando tudo pelo caminho, mas cuja constância da sua correnteza traz um alento e uma calmaria à vida de cícero. </p><p>é interessante demais — e o livro nos convida a isso — se perder nessas metáforas. vez ou outra achei poético ou experimental demais com a estrutura, mas no geral isso não me impediu de ficar completamente envolvida pela narrativa e de me comover com a história.</p><p>foi bem legal ir reconhecendo certos falares e referências culturais que fazem parte da minha bagagem de coisas vividas como pessoa do nordeste, principalmente uma de família vinda do interior. essas coisas que, apesar de familiares a partir vida real, não tenho hábito de ver assim impressas em papel. ou ao menos não com tanta aparência de genuinidade.</p><p>(só não entendi bem pq ((a editora ou o autor ou sei lá quem)) colocou os termos mais particulares do linguajar nordestino/cearense/popular em itálico, mas não deixa de ser algo comum de se ver por aí. não faz sentido pensar que a ausência do itálico prejudicaria o entendimento do texto. me parece mais quase um pedido de desculpas por infringir a prestigiada norma culta portuguesa. sei lá, é só um detalhe, mas um q achei mt destoante do conteúdo do livro)</p><p>li para o clube de leitura <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a> aqui do fediverso<br></p>
Edited 217d ago
<p>Nas primeiras páginas já aparece um personagem de nome "Cubello". Como é bom ler ficção científica.</p><p><a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#Acrônica</a></p><p>(comment on <a href="https://velhaestante.com.br/book/134724" rel="nofollow">O cair da noite</a>)</p>
<p>finished reading <a href="https://eggplant.place/search?r=1&q=https://eggplant.place/book/0AXffmmaqSAVjOHKxuFJ0v" rel="nofollow">Matadouro 5</a> 🌕🌕🌕🌕🌕 <br>O horror da guerra, da crueldade humana, se reveza com momentos de leveza e humor. Me senti uma bola de ping pong, sendo arremessada de um lado para o outro com violência. O absurdo dessa narrativa captura o que é o absurdo da vida. Leitura de dezembro do clube de leitura <a href="/tags/acrônica/" rel="tag">#acrônica</a><br></p>