Sem Despedidas

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Sem Despedidas

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ISBN: 9786556928005
écrit par: Han Kang
traduit par: Natália T. M. Okabayashi
format: Poche
édition: Todavia
date de publication: 2025 -5
langue: Portugais
reliure: Paperback
nombre de pages: 272

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Han Kang    Natália T. M. Okabayashi

résumé

Romance assombroso e visionário de Han Kang, Prêmio Nobel de Literatura 2024, Sem despedidas nos conduz ― com a mesma qualidade de seus livros anteriores, como A vegetariana e Atos humanos ― a uma jornada emocionante à Coreia do Sul contemporânea e sua dolorosa história.

Mesclando imaginação e realidade, corpo e memória, amizade e trauma, a narrativa tem como ponto de partida uma viagem de última hora. Kyung-ha, uma escritora, sai de Seul para a ilha de Jeju ― onde dezenas de milhares de cidadãos foram aniquilados entre 1948 e 1949 ―, até a casa de sua velha amiga Inseon, uma fotógrafa e cineasta experimental que largou a vida na cidade grande para se dedicar à marcenaria e à mãe debilitada. Hospitalizada após um grave acidente em sua oficina, Inseon implora a Kyung-ha que se desloque até Jeju para alimentar seu amado pássaro de estimação, deixado às pressas e sem assistência.

Kyung-ha pega o primeiro avião para Jeju, mas uma nevasca atinge a ilha quando ela desembarca, mergulhando-a em um mundo branco e opaco. Acossada por rajadas de neve e ventos gelados e cortantes, ela se pergunta se conseguirá chegar a tempo de salvar o animal ― ou se até mesmo será capaz de sobreviver ao frio brutal que a envolve a cada passo. Quando a noite cai, ela luta para chegar à casa de Inseon, ainda sem saber da verdadeira descida à escuridão que a espera.

Ali, a história há muito enterrada da família de Inseon vem à tona, entre sonhos e memórias transmitidos de mãe para filha, e em um arquivo meticulosamente reunido que documenta o terrível massacre na ilha, ocorrido às vésperas da Guerra da Coreia, setenta anos antes. Nestas páginas de beleza extraordinária, Han Kang compõe um poderoso manifesto contra o esquecimento. E transforma um episódio de violência em uma celebração da vida, por mais frágil que seja.

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