Cisnes selvagens
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Sinossi
Nosso desconhecimento da China é tão vasto quanto vastas são as dimensões daquele país, onde vive nada menos que um quarto da humanidade. Neste livro, Jung Chang resgata a saga de sua família, que reflete as turbulências da história chinesa recente. O relato retrocede ao início do século XX, quando a avó de Chang é oferecida como concubina a um poderoso militar. Depois acompanha a história da mãe da autora, que viveu a ocupação japonesa na Manchúria, o governo do Kuomintang, a queda de Chang Kaichek, a guerra civil e a vitória de Mao — os pais de Chang foram devotos do comunismo, trabalharam na alta administração do Estado e viram a revolução deteriorar no totalitarismo da Revolução Cultural. Verdadeiro épico, Cisnes Selvagens comoveu milhões de leitores no mundo todo.
contenuti
Notas da autora. 10
Introdução à edição de 2003. 11
1. "Lírios dourados de oito centímetros" — CONCUBINA DE UM GENERAL-CAUDILHO (1909–1933). 30
2. "Até mesmo a simples água fria é doce" — MINHA AVÓ SE CASA COM UM MÉDICO MANCHU (1933–1938). 58
3. "Todos dizem que Manchuko é uma terra muito feliz" — A VIDA SOB OS JAPONESES (1938–1945). 82
4. "Escravos sem país próprio" — GOVERNADOS POR DIFERENTES SENHORES (1944–1947). 99
5. "Filha à venda por dez quilos de arroz" — NA BATALHA POR UMA NOVA CHINA (1947–1948). 122
6. "Para falar de amor" — UM CASAMENTO REVOLUCIONÁRIO (1948–1949). 148
7. "Cruzando os cinco passos da montanha" — A LONGA MARCHA DE MINHA MÃE (1949–1950). 179
8. "A volta a casa coberto de seda bordada" — PARA A FAMÍLIA E OS BANDIDOS (1949–1951). 192
9. "Quando um homem obtém poder, até suas galinhas e cachorros sobem aos céus" — VIVENDO COM UM HOMEM INCORRUPTÍVEL (1951–1953). 215
10. "O sofrimento fará de você uma melhor comunista" — MINHA MÃE CAI SOB SUSPEITA (1953–1956). 240
11. "Depois da campanha antidireitista, ninguém abre a boca" — A CHINA SILENCIADA (1956–1958). 255
12. "A mulher capaz consegue preparar uma refeição sem alimentos" — FOME (1958–1962). 275
13. "Queridinha de ouro puro" — NUM CASULO PRIVILEGIADO (1958–1965). 301
14. "Papai está perto, mamãe está perto, mas ninguém está tão perto quanto o presidente Mao" — O CULTO A MAO (1964–1965). 321
15. "Destrua primeiro, que a construção vem por si" — COMEÇA A REVOLUÇÃO CULTURAL (1965–1966). 343
16. "Subam aos céus, e varem a terra" — OS GUARDAS VERMELHOS DE MAO (junho–agosto de 1966). 355
17. "Quer que nossos pais se tornem 'negros'?" — O DILEMA DE MEUS PAIS (agosto–outubro de 1966). 374
18. "Notícia mais que gigantesca e maravilhosa" — PEREGRINAÇÃO A PEQUIM (outubro–dezembro de 1966). 388
19. "Onde há vontade de condenar, há prova" — O TORMENTO DE MEUS PAIS (dezembro de 1966 e 1967). 407
20. "Eu não vendo minha alma" — MEU PAI PRESO (1967–1968). 429
21. "Dar carvão na neve" — MEUS IRMÃOS E MEUS AMIGOS (1967–1968). 455
22. "Reforma do pensamento pelo trabalho" — NO SOPÉ DOS HIMALAIAS (janeiro–junho de 1969). 477
23. "Quanto mais livros você lê, mais burro fica" — EU TRABALHO COMO CAMPONESA E MÉDICA DESCALÇA (junho de 1969–1971). 512
24. "Por favor, aceite minhas desculpas, que chegam com uma vida de atraso" — MEUS PAIS NOS CAMPOS (1969–1972). 541
25. "A fragância da brisa fresca" — UMA NOVA VIDA COM O MANUAL DOS ELETRICISTAS E SEIS CRISES (1972–1973). 560
26. "Sentir peido de estrangeiro e achar cheiroso" — APRENDENDO INGLÊS NA ESTEIRA DE MAO (1972–1974). 577
27. "Se isto é o paraíso, como será então o inferno?" — A MORTE DE MEU PAI (1974–1976). 598
28. LUTANDO PARA CRIAR ASAS (1976–1978). 622
Epílogo. 636
Árvore genealógica. 639
Cronologia. 640
Agradecimentos. 645
Sobre a autora. 647